Um levantamento organizado pelo Hospital do Coração do Rio de Janeiro concluiu que nem o esforço dos médicos, nem a quantidade de notícias sobre alimentação saudável, em toda a grande mídia, têm sido suficiente para que a população saiba diferenciar as gorduras boas das ruins. A pesquisa foi realizada com 600 pessoas em hospitais, faculdades e mercados e identificou que 90% não sabem citar exemplos de gorduras comestíveis que fazem bem ou mal à saúde, apesar de dizerem saber as diferenças. Para o cardiologista Daniel Magnoni, coordenador da pesquisa, esse conhecimento é básico para manter uma alimentação saudável.
O azeite foi o item mais citado pelos entrevistados dentre as gorduras boas, sendo lembrado em 83% dos casos. A maioria informou consumir o azeite por suas propriedades benéficas. Em contrapartida, entre os entrevistados ao redor de faculdades, o principal motivo para a ingestão do azeite está relacionada ao sabor. Dentre as ruins, a banha foi a mais citada (96%). As gorduras trans – com destaque recente na mídia – ainda são pouco lembradas, mesmo sendo vilãs.
Desta forma, a preocupação com a informação e tomada de consciência da população precisa continuar presente no dia-a-dia dos profissionais da saúde. Vale lembrar que a maioria dos alimentos possui mais de uma gordura.
Veja mais detalhes sobre gorduras na enciclopédia virtual: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura.
Levando em consideração que o Dia Nacional do Idoso é em 27 de setembro e o Dia Internacional da Terceira Idade, em 1º de outubro, vale apresentar uma abordagem especial sobre a alimentação para as pessoas nesta faixa etária.
Em 1998, o grupo de Estudos em Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP desenvolveu o Manual de Alimentação para a Terceira Idade. Desde então, a preocupação com a nutrição dos idosos vem sendo abordada em todos os centros de estudos e difundida pelo Brasil. Este manual possui dicas de alimentação, aspectos do envelhecimento e a atuação dos radicais livres no organismo humano. A professora Ana Maria Cervato, uma das autoras do guia, indica que os idosos busquem alimentos ricos em antioxidantes e pobres em gorduras. Esta medida auxilia na digestão e evita o aumento das taxas de colesterol no sangue.
Outras dicas importantes, contidas no manual são:
- redução da quantidade de sal, grande vilão da hipertensão;
- se alimentar de forma lenta, mastigando bem, para auxiliar na digestão;
- diminuir a quantidade de alimentos ingeridos por vez e aumentar a freqüência
das refeições;
- aumentar a ingestão de verduras e de água, que amenizam
as modificações fisiológicas do intestino;
- melhorar a qualidade dos alimentos ingeridos.
O Grupo de Estudos e Pesquisa em Engenharia de Alimentos (GEPEA), formado por alunos e ex-alunos da Faculdade de Nutrição da Unicamp, recebeu o prêmio Top of Mind 2006, durante o Encontro Paulista das Empresas Juniores (EPEJ). O grupo foi formado há 16 anos como empresa-júnior da universidade de Campinas, em São Paulo.
O GEPEA foi a primeira empresa-júnior da Unicamp e teve participação na fundação da federação de empresas-juniores. No EPEJ 2006, realizado entre os dias 6 e 10 de setembro, foi a empresa mais lembrada por cerca de 300 participantes do evento. O grupo realiza projetos nas áreas de tecnologia, nutrição e planejamento alimentar, engenharia e ciência de alimentos. Além disso, possui um projeto de responsabilidade social.
Para saber mais sobre ele, acesse o site: www.gepea.com.br.
No próximo dia 12 de novembro, a Associação Nacional de Associações de Diabéticos (ANAD) realiza a nona edição da Campanha Nacional Gratuita em Diabetes, de Detecção, Orientação, Educação e Prevenção das Complicações.
O evento acontece devido às comemorações do Dia Mundial do Diabetes, celebrado todo dia 14 de novembro e é coordenado pelo presidente da associação, Dr. Fadlo Fraige Filho. Na programação estão relacionadas as seguintes atividades aos portadores de diabetes: exames de olho, pés, odontológico, medição de pressão arterial, entre outras.
O encontro acontece no Colégio Madre Cabrini, localizado à R. Madre Cabrini, 36 (junto à estação Vila Mariana do metrô). Informações adicionais pelo tel. (11) 5572-6559.