Foi divulgado, pela Comissão de Comunicação Social da Fiocruz, o resultado de um estudo sobre os perigos que a alimentação inadequada pode causar na gravidez. O trabalho foi realizado pela nutricionista Rosane Rito – que atualmente integra o quadro técnico da Gerência de Programas de Saúde da Criança da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro – e apresentado como dissertação de mestrado no Instituto Fernandes Figueira (IFF), unidade materno-infantil da Fiocruz.
Sob o tema Obesidade e gravidez: mulheres obesas e seus hábitos alimentares durante a gravidez, o estudo teve como base a percepção de que o apetite da gestante não corresponde apenas a uma necessidade fisiológica, mas está associado a alterações psicológicas, aspectos sócio-culturais e emocionais. Segundo a nutricionista, "cada elemento presente na alimentação humana carrega, além dos nutrientes, uma carga expressiva de símbolos, significados e crenças".
A metodologia utilizada foi através de entrevistas com dez gestantes obesas atendidas em hospitais da rede pública carioca. No trabalho estão inseridas comparações com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Leia detalhes em: http://www.fiocruz.br/ccs/novidades/jan06/obesidade_iff.htm
A delicada vida de um portador de Síndrome de Down precisa ser acompanhada em todos os aspectos. A alimentação é um dos principais, já que o organismo deste tipo de paciente tem menor capacidade de absorção de vitaminas e enzimas - essenciais ao correto funcionamento do cérebro e das glândulas.
Uma das opções para melhorar a produção e absorção dos nutrientes é a utilização de vitaminas (extra-alimentares), muitas vezes associada a uma alimentação ainda mais equilibrada. Todo este processo deve ser realizado com cautela, lembrando que os portadores desta Síndrome têm mais facilidade para ganhar peso.
O paciente precisa, ainda, de orientação alimentar para criar novos hábitos: mastigar bem os alimentos, em poucas porções por vez; realizar várias refeições durante o dia, com pouca quantidade de alimento cada; obter uma alimentação equilibrada, sem refrigerantes, sem massas ou doces em excesso, optando sempre pelas frutas, legumes e verduras.
Outra dica, de Liana John – especialista em Síndrome de Down
no Brasil, da EcoForça (instituição não-governamental
que realiza pesquisa, educação e prestação de
serviços à comunidade) – diz que é importante
incentivar o consumo de frutas e sucos ácidos, com pouco ou nenhum
açúcar.
Uma pesquisa realizada pelo grupo ativista Sustain e a Fundação de Saúde Mental, da Grã-Betahnha, sugere que, nos últimos cinqüenta anos, a forma com que os alimentos passaram a ser produzidos alterou o equilíbrio dos nutrientes mais necessários na dieta alimentar. Os dois grupos afirmam que esta alteração tem grande ligação com alterações na memória e depressão.
A notícia foi publicada em 16 de fevereiro deste ano, no site da BBC Brasil. Veja na íntegra em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/story/2006/01/060116_dietaloucuramb.shtml